Resenha #20 – Gabriela, Cravo e Canela – Jorge Amado

Olá pessoal, eu sou a nova colaboradora do blog e essa semana a resenha vai ser sobre “Gabriela, Cravo e Canela” do Jorge Amado.

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Autor: Jorge Amado

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 424

Gênero: Romance

Acabamento: Brochura

Classificação: 4\5

Sinopse: O romance entre o sírio Nacib e a mulata Gabriela, um dos mais sedutores personagens femininos criados por Jorge Amado, tem como pano de fundo, em meados dos anos 20, a luta pela modernização material e cultural de Ilhéus, então em franco desenvolvimento graças às exportações do cacau da região. O eixo da história é a relação delicada e complexa entre as transformações materiais e as idéias morais. Com sua sensualidade inocente, a cozinheira Gabriela não apenas conquista o coração de Nacib como também seduz um sem-número de homens ilheenses, colocando em xeque a férrea lei local que exigia que a desonra do adultério feminino fosse lavada com sangue.

Publicado em 1958, Gabriela, cravo e canela logo se tornou um sucesso mundial. Na televisão, a história se transformou numa das novelas brasileiras mais aclamadas mundo afora. No cinema, Nacib é vivido por Marcello Mastroianni, e Gabriela, por Sônia Braga.

(Fonte: Companhia das Letras)

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Gabriela, cravo e canela foi sem dúvidas um dos melhores romances brasileiros que eu já li. Jorge Amado cria personagens apaixonantes, é impossível não se apaixonar pela retirante Gabriela. A leitura desse livro foi maravilhosa e surpreendente, só aumentou minha admiração pelo escritor dessa obra.

O cheiro de cravo,

a cor de canela

eu vim de longe

vim ver Gabriela.

(moda da zona do cacau)

A história se desenrola na cidade de Ilhéus que estava prosperando com a exportação de cacau. Jorge Amado nos apresenta a maioria dos personagens nos primeiros capítulos e nos deixa na ansiedade para conhecer a famosa moça que tem cheiro de cravo e cor de canela. Essa ansiedade foi o que manteve meu interesse pela narrativa, pois nos primeiros capítulos, Amado se preocupa em deixar explícito para o leitor que Ilhéus passava por uma fase de  avanços . Na minha opinião, ele fez isso de forma repetitiva o que deixa a leitura inicial um pouco cansativa. Mas isso não faz com que essa obra seja ruim.

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Enfim, recomendo essa leitura principalmente para quem quer começar a ler literatura brasileira, pois não é um livro tão rebuscado como Dom Casmurro do maravilhosíssimo Machado de Assis. Quem gosta de romances irá amar essa trama recheada de sensualidade, ciúmes e traições.

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Ótima leitura, um chêro de cravo pra vocês!

3 comentários sobre “Resenha #20 – Gabriela, Cravo e Canela – Jorge Amado

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